Princípios Directores

A adesão de uma empresa associada da APEQ à Actuação Responsável® faz-se pela assinatura dos Princípios Directores, pelo gestor de mais alto nível da Empresa, junto da APEQ que coordena o compromisso da Indústria Química em Portugal representando o CEFIC e a ICCA.

 

Trata-se de um compromisso voluntário que cada empresa assume pela assinatura dos Princípios Directores e mediante o qual se obriga a uma melhoria contínua das suas práticas ambientais, de saúde de segurança e Responsabilidade pelo Produto “Product Stewarship", relatando perante todos os seus colaboradores, parceiros: fornecedores, clientes, transportadores, armazenistas, empreiteiros, accionistas, financiadores, autarquias, administração e comunidade em que está inserida, partilhando com eles as preocupações e os progressos alcançados.


A aplicação dos Princípios Directores desenvolve-se mediante uma estratégia de responsabilidade de todas as empresas químicas signatárias as quais, no seu quatidiano, auto-avaliam os progressos alcançados através de um conjunto de Códigos de Avaliação que contêm regras práticas e detalhadas de aplicação desses princípios directores.


Princípios Directores do compromisso da Indústria Química:

 

  1. A empresa assegura que a definição e a aplicação da sua política em matéria de saúde, segurança e ambiente está em correspondência com a "Actuação Responsável", sendo esta entendida como parte integrante da sua política geral.
  2. A empresa assegura que, a todos os níveis, se conheça e aplique este compromisso em todas as suas actividades.
  3. A empresa nas suas diversas actividades, procura, constante e continuamente, proteger a saúde dos seus empregados e da comunidade, assim como o ambiente.
  4. A empresa informa as autoridades, os seus empregados e a comunidade sobre os riscos dos seus produtos e instalações no que respeita à saúde, à segurança e ao ambiente e as medidas de protecção necessárias, nomeadamente as medidas internas destinadas a prevenir os acidentes ou a limitar-lhes as consequências, assim como dos procedimentos externos correspondentes.
  5. A empresa aconselha os seus clientes acerca das operações de manipulação, utilização, transporte e tratamento de resíduos dos seus produtos no respeito pela saúde, segurança e ambiente.
  6. A empresa esforça-se por utilizar da melhor maneira possível os seus recursos e minimizar a produção de resíduos, por aplicação, entre outros, do princípio da reciclagem, assegurando que a sua eliminação respeite a saúde, a segurança e ambiente.
  7. A empresa contribui para a investigação dos efeitos dos seus produtos, processos de produção e resíduos sobre a saúde, a segurança e o ambiente.
  8. A empresa assegura-se de que os empreiteiros e subempreiteiros apliquem regras de saúde, segurança e protecção do ambiente equivalentes à sua própria prática e considera esta actuação como critério importante na apreciação das relações desenvolvidas entre si.
  9. A empresa avalia com rigor o impacte das suas actividades sobre a saúde e a segurança do seu pessoal, dos seus clientes, do público e sobre o ambiente, para minimizar os seus efeitos negativos. A empresa coopera com as autoridades e organismos qualificados no desenvolvimento e aplicação das disposições que se destinem a proteger a comunidade, os seus trabalhadores e o ambiente.
  10. A empresa contribui para a divulgação deste compromisso e para a sua aplicação, compartilhando experiências e oferecendo a sua ajuda a outras empresas do sector.

 

A Actuação Responsável® torna possível, não só às empresas como ao próprio sector, demonstrar de forma objectiva e transparente, através de relatórios de sustentabilidade, o compromisso das empresas Actuação Responsável® nacionais na rota do Desenvolvimento Sustentável a que nos comprometemos em reunião pública na Torre do Tombo, em Lisboa, em 28 Novembro de 2002.